domingo, 24 de outubro de 2010

Isto é FLAMENGO e Vasco?

Avaí 2 x 2 FLAMENGO
FLAMENGO 3 x 0 Internacional
Vasco 1 x 1 FLAMENGO
FLAMENGO x Corinthians
Ceará x FLAMENGO


Atípico. Este é o adjetivo pro jogo. A começar pela "palhaçadinha" da foto com os dois times juntos, antes do jogo. E pelos 70 anos de Pelé. Bom, eu já vi isso acontecer outras vezes, entre FLAMENGO e Vasco, mas por um motivo mais nobre: paz. Misturar jogadores de FLAMENGO e Vasco, antes do clássico, como se fossem um time só, apenas porque Pelé completou 70 anos, é "molecagem". Para que isso? E não tô aqui fazendo apologia à rivalidade desmedida, não. Nem desmerecendo a história do "Seu Edson". Apenas acho que cada time de um lado do campo, jogadores com cara de raiva, e contato corporal só na briga pela bola são os itens que dão o bom tom da rivalidade histórica do confronto. Mas, enfim, já foi. Fica o meu protesto, mas vamos ao jogo.

Atípico. Já disse isso, né? E justifico: nos últimos anos, o FLAMENGO não  vencer o Vasco é um resultado atípico. Pergunte a qualquer torcedor, de qualquer time que não seja o nosso nem o deles, e a constatação é quase unânime: a expectativa é de vitória nossa. E, dessa vez, não aconteceu. Mas, foi merecido. Os dois times não mereceram somar mais que um ponto. Pelo futebol que apresentaram, bem que o resultado mais justo teria sido derrota pros dois lados.

O FLAMENGO não conseguiu jogar no primeiro tempo e o Vasco foi medíocre o suficiente para fazer apenas um gol. Com a desvantagem no placar, durante o intervalo Luxemburgo fez algo que a mim dá a grata sensação de ver um técnico nosso agindo para reverter um quadro ruim. Duas substituições e um "vamos pra cima virar essa po***" fizeram o time voltar, no mínimo, com mais vontade pra segunda etapa. Mas, esperar que apenas a dedicação, o atrevimento e a velocidade de Diego Maurício nos renda algo à nossa altura é querer demais. Mesmo com um a mais durante boa parte da segunda etapa, nosso MENGÃO não soube agredir a cruz da malta e conseguimos apenas um golzinho vagabundo de Renato Abreu, num desvio "acidental" de cabeça. Gol vagabundo, mas que valeu tanto quanto os golaços, rendeu uma não-derrota, a invencibilidade do time na nova era Luxemburgo, e um pontinho a mais na sofrível continha para fugir do rebaixamento.

Agora, sigamos em frente. E que venha o candidato ao título, Corinthians. Estejam onde estiverem, eles nunca têm vida mole contra a gente. Eles sempre tremem. Vida que segue, drama que segue. E, seja como for, sigamos juntos, MENGÃO!

Saudações RUBRO-NEGRAS!

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